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Notícia

10/08/2009

Casos mais graves têm prioridade no Hospital de Emergência

No caso de atendimento ambulatorial, pacientes devem procurar postos de saúde

Casos mais graves têm prioridade no Hospital de Emergência

Crédito: Arquivo - ACOM/PMR

O Hospital Municipal de Emergência (foto) adotou uma nova medida com o objetivo de melhorar e agilizar o atendimento dos casos mais graves que chegam ao local: este novo sistema se denomina  Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco e foi indicado pelo Ministério da Saúde para o atendimento dos casos mais complexos em unidades médicas de emergência. Isso significa que os pacientes vão ser atendidos de acordo com o grau de gravidade do seu estado de saúde, e não por ordem de chegada. Após passarem pela recepção, os pacientes serão avaliados por uma enfermeira, que determinará o grau de risco de cada um deles.

Segundo a psicóloga da Fundação Hospitalar de Resende, instituição mantenedora do Hospital de Emergência, Sonia Garcia, o objetivo da medida é priorizar o atendimento de urgência e de emergência, “os quais, na verdade, representam a finalidade principal do hospital”. Ela reafirma que, nos casos de ambulatório, as pessoas devem procurar os postos de saúde ou os módulos do Programa Saúde da Família. Dessa maneira, segundo Sônia, os pacientes estariam, colaborando para desafogar o hospital.

  No entanto, a psicóloga esclarece que todas as pessoas que procurarem o hospital não ficarão sem atendimento, mas com a implantação do Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco haverá prioridade para os casos mais complexos, e os casos menos graves poderão esperar um pouco mais.

- A triagem significa classificação ou priorização, não pressupõe exclusão. Todos os pacientes serão atendidos, mas terão preferência os pacientes cujo estado de saúde for avaliado como mais grave – explica.

De acordo com as orientações do Ministério da Saúde, as prioridades vão ser indicadas por quatro cores diferentes: vermelho, amarelo, verde e azul. O paciente que se encaixar no nível vermelho necessita de um atendimento de emergência, pois há riscos de morte. Seria o caso, por exemplo, de um ataque cardíaco. Já o nível amarelo impõe um atendimento de urgência. O paciente não apresenta risco de morte, mas precisa de um atendimento breve, no máximo em 20 minutos. Como exemplo, o Ministério cita pacientes que têm hipertensão arterial. O nível verde pressupõe uma situação de menor complexidade, mas que exige atendimento no máximo em 30 minutos.

Já os pacientes classificados com a cor azul são aqueles em que o atendimento poderia ser realizado em outras unidades de saúde, entre elas postos de saúde e módulos do Programa Saúde da Família. Como não apresentam caráter de urgência ou emergência, essas pessoas poderão esperar um tempo maior pelo atendimento no Hospital de Emergência, conforme orientação do Ministério da Saúde.

       

Palavras chaves: SAÚDE
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